Cruzeiro 2 x 1 Atlético. Análise tática. Mineiro 2013

O Atlético é o melhor time da América e sagrou-se campeão mineiro. Vamos, entretanto, analisar a estratégia utilizada pelo Cruzeiro para dominar o Galo e vencer. Ou: Como o Cruzeiro colocou um jogador entre Roberto Carlos e a bola

Inglaterra 2 x 1 Brasil. Análise tática

Na reestréia de Felipão à frente da Seleção Brasileira, a Inglaterra venceu por 2 a 1. O esquema tático da Inglaterra foi o 4-1-4-1, com Gerrard como volante-armador entre as linhas. O esquema tático do Brasil foi o 4-2-3-1, com Oscar, Neymar e Ronaldinho

Atlético Mineiro 2 x 1 São Paulo. Libertadores 2013

O Atlético Mineiro jogou melhor, pressionou o São Paulo na maior parte do jogo e mereceu vencer. Esquema tático do Atlético foi o 4-2-3-1 e o São Paulo jogou no 4-2-3-1, variando para o 4-4-1-1. Veja análise completa do jogo

Esquemas Clássicos. Finais de 1968 e 1992

Vídeos, desenhos táticos, melhores momentos, gols e gráficos animados dos títulos europeus de Barcelona e Manchester United nas finas das Champions Leagues de 1992 e 1968

Juventus vs Bayern. Champions League 2012/13

Como são marcados e sofridos os gols de Juventus e Bayern? Levantamento EXCLUSIVO do Esquemas Táticos mostra quantos gols de ataque, contra-ataque e de bola parada fazem Bayern e Juventus na Champions League 2012/13

domingo, 20 de fevereiro de 2011

Twitcam ao vivo - Times brasileiros na Copa Libertadores




Twitcam sobre os times brasileiros na Copa Libertadores da América. Análise tática interativa de Cruzeiro, Fluminense, Grêmio, Internacional e Santos.

Hoje, domingo, dia 20 de fevereiro, faremos a análise dos times brasileiros na Copa Libertadores via Twitcam. A transmissão será de 12h às 12h20min (horário do Brasil) e utilizará desenhos e gráficos interativos. Sigam o Twitter @esquemastaticos para serem avisados do link da transmissão e participarem do chat do Twitter com perguntas. A twitcam também estará disponível aqui no blog.

Começa agora a Twitcam. Os comentários e perguntas podem ser feitos no chat do Twitter ou aqui no blog.







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terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Milan 0 x 1 Tottenham. Liga dos Campeões. Análise tática

O Tottenham venceu o Milan por 1 a 0, no estádio Giuseppe Meazza em Milão, pelas oitavas-de-final da Copa dos Campeões da Europa. O esquema tático do Milan foi o 4-3-1-2. O esquema tático do Tottenham foi o 4-4-2, variando para o 4-1-4-1.

Milan



O Milan jogou no 4-3-1-2 com Thiago Silva como volante pelo centro, Gattuso pela direita e Flamini pela esquerda. O problema foi o técnico Massimiliano Allegri achar que Thiago Silva poderia desempenhar o mesmo papel de volante-armador de Pirlo e ainda ser mais forte na marcação. Realmente Thiago Silva é melhor na marcação que Pirlo, mas errou praticamente todos os lançamentos.

Seedorf, que deveria também desempenhar duas funções, não foi bem como armador nem como meia-atacante. Muito lento e desatento, foi desarmado diversas vezes pelos meias centrais do Tottenham: Sandro e Palácios. O melhor seria se Robinho ocupasse o lugar de Seedorf e Pato entrasse no ataque ao lado de Ibrahimovic. Mas Allegri preferiu colocar os três na frente. Sem ninguém para armar, ficaram presos na marcação do Tottenham.

Os laterais do Milan são muito ruins. Antonini menos que Abate, mas ainda assim ruim. Com Thiago Silva como volante, a defesa perde também. Incrível como, desde antes de Leonardo, o Milan não resolve seus problemas no meio-campo. Além dos laterais, os volantes Flamini e Gattuso são muito ruins. Não desarmam bem nem sabem sair jogando. No ataque, Robinho e Ibrahimovic não conseguiram se livrar dos marcadores e foram muito mal.

Tottenham



Num 4-4-2 com uma linha no meio-campo, variando para um 4-1-4-1, o Tottenham foi melhor na maior parte do jogo. Pressionou a saída de bola do Milan, ganhou o meio-campo e correu poucos riscos. Com dois meias abertos muito rápidos e técnicos, os Spurs levaram vantagem no jogo pelos lados do campo e também pela faixa central.

Até mesmo os laterais do Tottenham, que poderiam ficar mais presos no campo defensivo para dar liberdade aos wingers Pienaar e Lennon, apoiaram algumas vezes e foram muito competentes na defesa. A defesa, alta e forte, postou-se e esperou Robinho e Ibrahimovic. Ganhou a maioria das jogadas.

Os dois volantes, Sandro e Palácios, dominaram a faixa central. Tanto que Sandro muitas vezes se adiantou e formou uma linha de quatro com (da direita para a esquerda) Lennon, Sandro, van der Vaart e Pienaar. Essa variação tática do Tottenham foi muito interessante porque confundiu a marcação pelo meio do Milan. Van der Vaart foi, na maior parte do tempo, um segundo-atacante bem adiantado, longe dos meias. Entretanto, por vezes voltava para formar a linha de quatro no meio. Os volantes do Milan ficaram sem saber como marcar essa variação. O Tottenham venceu bem fora de casa e mostrando variações.

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sábado, 12 de fevereiro de 2011

Cruzeiro 3 x 4 Atlético. Campeonato Mineiro. Análise tática

O Atlético venceu o Cruzeiro por 4 a 3, na Arena do Jacaré, pela terceira rodada do Campeonato Mineiro. O esquema tático do Cruzeiro foi o 4-2-3-1. O esquema tático do Atlético foi o 4-2-2-2 (4-4-2).

Cruzeiro



O Cruzeiro jogou no 4-2-3-1 e só pressionou o Atlético quando esteve atrás do placar. O time mostrou-se pouco inspirado e, quando finalizou com perigo, encontrou Renan Ribeiro em grande jornada. A defesa mostrou-se muito insegura e lenta. O ataque foi pouco contundente e não contou com o apoio dos laterais.

Montillo, Gilberto e depois Roger não apresentaram um bom futebol. Aliás, Montillo está muito mal neste início de ano. Parece mal técnica e fisicamente, está sem explosão. Gilberto fez uma grande jogada no primeiro tempo, mas foi barrado e depois desarmado por Renan Ribeiro. Ele nem Diego Renan aproveitaram todo o espaço deixado pelo lado direito da defesa do Atlético.

Thiago Ribeiro (que foi meia-atacante pela direita na linha de três) e Wellington Paulista tentaram criar jogadas no ataque, mas foram bem marcados pela defesa do Atlético, que ficou postada atrás. Sem apoio dos meias e dos laterais, que ficaram presos no campo defensivo, Thiago Ribeiro e Wellington Paulista partiram para jogadas individuais e falharam.



No segundo tempo, Cuca colocou o time no 4-1-4-1, como já tinha feito contra a Caldense. Ele libertou Wallyson, meia-atacante aberto pela direita, e Thiago Ribeiro, meia-atacante aberto pela esquerda, para atacar pelos lados e deixou os dois armadores, Roger e Montillo, no miolo da linha de quatro. Leandro Guerreiro passou a ser o único volante e Wellington Paulista, o centroavante. Henrique foi para a lateral direita e Pablo para a lateral esquerda. O time melhorou, mas não foi suficiente para empatar ou virar a partida.

Atlético



O Atlético atuou no 4-4-2 em quadrado, ou seja, no 4-2-2-2. O Atlético foi melhor no jogo até fazer 2 a 1 de virada ainda no primeiro tempo. Depois, foi pressionado e só passou a mandar novamente na partida quando o Cruzeiro fez o gol de empate. O Atlético voltou a atacar e fez dois gols, abrindo 4 a 2. Parou de jogar novamente e foi pressionado até o final do jogo, quando levou mais um gol.

Os dois volantes foram Zé Luís, pela esquerda, e Serginho pela direita. E ambos foram volantes de marcação. Os laterais também não tiveram liberdade para avançar, Jackson e Leandro cumpriram papel defensivo em todo o jogo. Em compensação, Ricardinho, meia-esquerda, e Renan Oliveira, meia-direita, tiveram muita liberdade para armar e puxar contra-ataques. Tardelli e Magno Alves recebiam as bolas em profundidade e, na maior parte das vezes, ganharam na velocidade da defesa do Cruzeiro.



No segundo tempo, já no final da partida e vencendo por 4 a 2, Dorival Júnior colocou o time para atuar no 4-3-1-2 com Diego Souza, que não tocou na bola, como "1". Para dar consistência defensiva e garantir o resultado, Wesley, Zé Luís e Serginho formaram a trinca de volantes.

O grande destaque da partida, ao lado de Tardelli, foi o goleiro Renan Ribeiro. Muito seguro, fez várias defesas à queima roupa e interceptou cruzamentos. Fez um grande jogo. Tardelli se destacou pelos três gols e pela velocidade que imprimiu ao ataque. Na segunda etapa, a velocidade do ataque foi mantida com a entrada de Neto Berola, que ainda fez mais um gol.

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quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

França 1 x 0 Brasil. Amistoso. Análise tática

A França venceu o Brasil por 1 a 0, no State de France em Paris, em jogo amistoso. É a segunda derrota da seleção brasileira sob o comando de Mano Menezes, que já comandou o time cinco vezes. O esquema tático da França foi o 4-2-3-1. O esquema tático do Brasil também foi o 4-2-3-1.

França



A França atuou no 4-2-3-1 e teve Benzema como seu melhor jogador em campo. Com dois volantes fortes e marcadores, a seleção francesa dificultou a troca de passes do Brasil. Os meias abertos impediram os laterais brasileiros de subir ao ataque.

A França mostrou mais força para atuar pelos lados do campo no segundo tempo, com Menez. Na primeira etapa, as jogadas foram centralizadas e tiveram em Benzema seu ponto forte. Prendendo bem a bola e levando vantagem sobre os marcadores, Benzema destacou-se levando muito perigo ao gol de Júlio César e fez o único gol da partida.

Gourcuff foi o articulador centralizado na linha de três do meio-campo, que contou ainda com Menez pela direita e Malouda, que esteve muito mal, pela esquerda. O lateral-esquerdo Abidal jogou apenas defensivamente e anulou o lado direito ofensivo do Brasil. Na lateral-direita, Sagna teve boa atuação defensiva, mas também arriscou subidas ao ataque.

Brasil



O Brasil jogou no 4-2-3-1, que tem sido a marca de Mano Menezes, e não conseguiu se desvencilhar da marcação francesa. A linha de três, que deveria auxiliar o centroavante Pato, esteve muito mal e não conseguia criar boas jogadas. Os volantes tiveram uma atuação regular e a seleção perdeu-se de vez com a expulsão de Hernanes.

Robinho e Renato Augusto, meias-atacantes pelos lados, não fizeram jogadas em profundidade nem conseguiram fechar bem em diagonal pelo centro. Para forçar as jogadas de linha de fundo, Mano Menezes sacou Robinho e colocou o volante Sandro no segundo tempo. Com isso, deu liberdade para a subida dos laterais, que passaram a ser cobertos pelos volantes. No primeiro tempo, os laterais ficaram cuidando exclusivamente dos meias-atacantes extremos Menez e Malouda.

Elias e Lucas não estiveram bem; Hernanes foi um pouco melhor que os dois, mas acabou expulso justamente. Renato Augusto e Robinho jogaram mal. Pato recebeu poucas bolas e muitas vezes recuou para buscar jogo. Mano Menezes tem que pensar alternativas para o 4-2-3-1 porque o jogo brasileiro está previsível.

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quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

São Bernardo 2 x 2 Corinthians. Campeonato Paulista. Análise tática

São Bernardo e Corinthians empataram em 2 a 2, no estádio 1º de Maio, em São Bernardo do Campo pela 5ª rodada do Campeonato Paulista 2011. O esquema tático do São Bernardo foi o 4-3-1-2. O esquema tático do Corinthians foi o 4-4-1-1.

São Bernardo



O São Bernardo começou o jogo pressionando o Corinthians e assim o fez durante a maior parte do primeiro tempo. Atuando no 4-3-1-2, o técnico Ruy Scarpino abriu os dois atacantes pelos lados do campo, colocou um meia centralizado e três volantes para proteger a defesa.

O volante pela direita (Favoni) tinha mais liberdade para ir à frente e auxiliar o meia-armador (Júnior Xuxa), que também chegava à frente como um meia-atacante. Os laterais tiveram um importante papel ofensivo e alternaram no apoio ao ataque. Tanto que Kauê, lateral-esquerdo, foi autor de um dos gols.

Os atacantes Romarinho e Danielzinho fizeram um ótimo primeiro tempo, mas caíram de produção no segundo. Os volantes marcaram razoavelmente bem no meio-campo e, quando a bola passava por eles, os zagueiros Amarildo e Leandro Camilo entravam (bem) em ação.

Corinthians



Jogando muito desfalcado, o Corinthians foi inferior ao São Bernardo durante a maior parte do primeiro tempo. No 4-4-1-1, com alguns atletas jogando improvisados nas posições, o time só conseguiu o domínio do jogo no final da primeira etapa. No segundo tempo, o Corinthians foi melhor, mas não saiu de um empate.

Danilo, o principal jogador do Corinthians no jogo, jogou como meia-atacante e meia armador. O "1" do esquema. Ele contava com as passagens de Morais pela esquerda e Ramirez pela direita. Muitas vezes, quando Danilo se enfiava no ataque, Marcelo Oliveira assumia o papel de armador centralizado.

Fábio Santos e Moradei não contribuíram qualitativamente com a equipe e as substituições tiveram pouco efeito. Edno estava muito isolado na frente e também pouco fez.

Para o jogo de quarta-feira contra o Tolima, o técnico Tite vai colocar os titulares (poupados neste jogo contra o São Bernardo) e deve mudar também o esquema tático.

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